Nos últimos meses, temos acompanhado no Brasil um movimento de setores econômicos que defendem a venda de medicamentos em supermercados e estabelecimentos similares. A proposta, que visa ampliar o acesso e facilitar a compra, pode até soar conveniente à primeira vista. No entanto, ao olharmos para o cenário internacional e considerarmos os riscos envolvidos, percebemos que o verdadeiro caminho para a segurança do paciente é outro: a valorização da presença do farmacêutico nas farmácias.
🔍 O que acontece em outros países?
Nos países considerados em desenvolvimento, a presença obrigatória do farmacêutico nas farmácias já é uma realidade consolidada, sendo reconhecida como um dos pilares para a segurança em saúde pública. Em nações desenvolvidas, esse papel é ainda mais valorizado: as farmácias são ambientes controlados, estruturados para garantir que cada medicamento seja entregue com orientação profissional, reduzindo riscos e promovendo o uso consciente.
⚠️ Os riscos de uma venda sem supervisão
Permitir a comercialização de medicamentos fora das farmácias é expor a população a uma série de riscos. Sem a presença de um profissional de saúde capacitado, aumentam as chances de:
- uso incorreto ou abusivo de medicamentos,
- automedicação perigosa,
- interações medicamentosas prejudiciais,
- erros de dosagem e reações adversas graves.
Esse cenário não é apenas preocupante: é potencialmente fatal. A função do farmacêutico não se resume à entrega do produto. Ela envolve orientação, escuta, acolhimento e, sobretudo, responsabilidade técnica pela saúde de quem busca tratamento.
💊 A presença do farmacêutico salva vidas
É fundamental lembrar que medicamentos, por mais comuns que sejam, não são produtos como os demais. Eles têm impacto direto na saúde e no bem-estar das pessoas, e seu uso inadequado pode trazer consequências sérias.
Acreditamos que o debate sobre a ampliação do acesso deve ser feito com responsabilidade, sempre colocando a saúde da população em primeiro lugar. A presença do farmacêutico é um direito do paciente, e não uma formalidade. Ela é o que garante a segurança no uso dos medicamentos e o cuidado necessário para evitar tragédias silenciosas.
A Confarma reforça seu compromisso com a segurança, o cuidado e a vida. Estamos ao lado da população para garantir que cada medicamento seja uma ferramenta de cura — e nunca de risco.



